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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Respeito pela Polícia Militar do Rio de Janeiro.



Policiais militares sempre atentos observaram e constataram um roubo de automóvel próximo a usina Reduc em Duque de Caxias RJ. Iniciou-se uma perseguição pela BR 040 que terminou com um acidente fatal. O carro dos supostos bandidos se chocou com um carro de uma família e infelizmente um bebê de apenas 1 ano e meio veio a óbito.

É inegável o nosso respeito pela polícia militar, pois sabemos que seus policiais trabalham em condições, muitas vezes, precárias. O fato narrado acima revela uma falta de inteligência da corporação, é evidente. Vejam não estamos dizendo aqui que falta inteligência dos policiais, mas falta de inteligência nas operações policiais. Isso se dá pela falta de investimento em inteligência e valorização da carreira na polícia militar. Nesse caso a culpa é do governo do estado do Rio de Janeiro. Muitas vezes, não é falta de verba pública. O estado se pronuncia dando números de investimentos razoáveis na segurança pública, mas certamente esses recursos são mal administrados. E o ralo engole a verba pública faltando dinheiro para a capacitação. Se o estado me dizer que capacita, então na prática essa capacitação é falha. Porque não é possível quatro policiais ver um roubo e sair correndo desesperadamente atrás dos ladrões, como um cachorro atrás de um gato. Sem qualquer meio de comunicação efetiva e interceptação desses meliantes.

Quase matou uma família inteira por falta de inteligência corporativa. Diria por excesso de "Burricência". Vejam não estou criticando os policiais e sim a falta de inteligência ou negligência do governo do estado do Rio de Janeiro. Os policiais sem treinamento e apoio adequados não têm o que fazer.

domingo, 15 de novembro de 2015

Sabotagem

Brasil Sobre Controle
No Brasil todos tipos de segurança não são confiáveis, sempre há um grau de incerteza, que trás a "surpresa-esperada" e a falha certa.

Podemos fazer uma analogia com a operação de voo. Digo que: depois de andar a pé e para frente, o avião é o meio de transporte mais seguro que existe. A interação do Homem com o avião é harmoniosa, mas ao mesmo tempo bastante delicada. Se os operadores não cumprirem com os protocolos de segurança, o voo pode estar comprometido. 
Nas condições de velocidade, que uma aeronave atua, o controle é um dos fatores mais importantes.  A perda de controle pode ser fatal. O controle humano é mais suscetível à perde-se. A fim de diminuir esse risco existem controles que controlam controles sob controle dos outros, isto é, o controle foi terceirizado ao controle e corretores de erros e tudo é chamado por nós de controle automático.  Assim diminui-se as chances de erros. Fazendo as leituras de estatísticas corretas, voamos com sensação de insegurança quase nula. Mas é claro! Se as estatísticas estivessem mentindo e dizendo o contrário, então mesmo estando em uma excelente aeronave, com a mais experimentada tripulação, a sensação de insegurança é grande. 

Se apoiássemos em como são feitos os trabalhos exaustivos, que existem vemos que as máquinas, ou mais especificamente, os programas que controlam as máquinas têm ajudado o Homem a se livrar da repetição ou até mesmo da quase repetição e também das repetições com padrões mais complexos. Recentemente a empresa Google tornou real o caro sem motorista. Mas enfim, o fato mais amplo é que a máquina ganhou um "upgrade" desde a revolução industrial

Por outro lado, o trabalho não somente é um instrumento que gera riqueza, mas também a distribuí. A máquina fez com que as leis mudassem, e o Homem continuar a evoluir sua humanidade. Ficar sem controle da ganância por crescer economicamente sem o significado distribuição de renda é um ponto que todos reconhecem, todavia exercer na prática os bons modos com sua espécie é algo que esta se tornando muito difícil pela complexidade que apresenta o fenômeno. As leis são as máquinas que necessitam de controle sob controle; agora o controle é essencialmente humano sob o controle humano como múltiplas camadas. Temos que nos despir da ternura? E  agir com uma certa frieza ao interpretar o código da justiça? Dar oportunidades e punir a rebeldia? Será possível, agir a favor do cumprimento do bom funcionamento da máquina e aperfeiçoar os instrumentos de controle desfrutando todo o seu potencial?

As cartas nunca esteve tão as amostras, a vitória esta camuflada num caminho de escolhas. Óbvio que, apesar de não ser uma máquina que faça essas escolhas, elas terão que serem feitas friamente, obedecendo controle da direção que queremos, e sempre repetir um padrão cada vez mais complexo.